Música em Minha Bíblia
30 de Maio de 2008 @ 16:20 - adminArquivado sob Sem Categoria | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Olá amigos
Em 1968 a Casa Publicadora Brasileira traduziu e publicou o excelente livro “Música na Minha Bíblia”, de autoria de Helen G. Grauman. Porém, após o esgotamento da edição, não foram feitas novas reimpressões e, até onde se sabe, não há planos para uma reedição.
Por muitos anos este livro tem sido uma das melhores fontes de pesquisa no idioma Português acerca do assunto da música nos tempos bíblicos.
Este livro está, a partir de agora, disponível no Música Sacra e Adoração, no formato PDF, para consultas e download. Para acessar o livro, basta visitar nossa página índice de livros online, em http://www.musicaeadoracao.com.br/livros/index.htm e clicar no link correspondente.
Porém, note que é um arquivo grande, de 26,5 MB. Não tente fazer este download se você não tem acesso à Internet por banda larga.
um abraço!
Levi
Artigos, documentos, entrevistas e livros sobre música sacra
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Salmos, Hinos e Cânticos
21 de Maio de 2008 @ 16:40 - adminArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Salmos, Hinos e Cânticos
Sub-Títulos:
Parte 1 - Contextualização Histórica
Parte 2 - O Papel dos Hinos
Parte 3 - A Controvérsia dos Cânticos
Autor: Rolando de Nassau
Endereço na Internet (Primeira Parte): http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/salmos_hinos_canticos_01.htm
Resumo:
Esta série de três artigos, escritos por Rolando de Nassáu, trata das características musicais adotadas pelos cristãos desde a Antigüidade. Ao longo da História da cristandade Ocidental, o uso musical de salmos, hinos e cânticos se alternou, de acordo com os interesses das Igrejas líderes da propagação religiosa nos países Europeus. O autor não deixa de lado o aspecto musical brasileiro, analisando, de forma breve, características dos movimentos evangélicos contemporâneos.
Concentrando-se na hinódia cristã batista (denominação religiosa da qual faz parte o autor), analisa no segundo artigo da série, o paulatino abandono da hinódia tradicional cristã, pelo uso de cânticos. Segundo o autor (idéia que compartilhamos), esse movimento, de certa forma, “trai” a linha tradicional da musicalidade das igrejas Protestantes. Segue-se, então, uma breve análise de como deveria ser a música no interior da igreja.
No terceiro e último artigo da série, Rolando analisa as principais características dos cânticos cristãos, criticando de forma mais dura o uso generalizado destes, no lugar dos hinos ditos “tradicionais”. Rolando, seguindo uma linha de raciocínio compartilhada pelos autores do Música Sacra e Adoração, analisa o uso dos cânticos como uma adaptação das igrejas contemporâneas ao “suposto” gosto musical da juventude. Mais uma vez, destacamos a importância da revisão deste ponto de vista.
Destaques:
“Se perguntarmos à maioria dos crentes que apreciam os hinos, certamente responderão que, pelo menos, têm conteúdo teológico e doutrinário confiável, e melodia que traz recordações úteis à vida e à fé cristã; esses elementos predispõem o crente a preparar-se, emocional e espiritualmente, para o culto divino. A maioria reconhece que, do ponto-de-vista literário, os hinos têm textos mais apurados e profundos; quanto ao aspecto musical, têm mais melodia e harmonia do que ritmo; no que se refere ao comportamento “litúrgico”, são cantados com postura formal, solene e reverente; relativamente à condição pessoal, são apreciados pelas pessoas psicológica e racionalmente maduras”.
“Nossa principal objeção ao uso generalizado e constante de cânticos é pelo fato de estarem menos comprometidos com a identidade denominacional (porque, usados por imitação e modismo, são oriundos de movimentos carismáticos e neo-pentecostais, estranhos, que se infiltram na Denominação Batista) e serem deficientes ou insuficientes na exposição doutrinária”.
um abraço!
Levi
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A Dança na Adoração à Luz da Bíblia
16 de Maio de 2008 @ 15:40 - adminArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: A Dança na Adoração à Luz da Bíblia
Autor: Levi de Paula Tavares
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/danca_adoracao.htm
Resumo:
Este texto, que é par do texto divulgado reecentemente, intitulado O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia faz uma análise dos relatos e princípios bíblicos, corroborados por estudos de renomados eruditos, acerca da utilização de expressões corporais, notadamente a dança ao som de instrumentos rítmicos, no contexto da adoração a Deus.
A análise se dá através da resposta, à luz da Palavra de Deus, aos principais argumentos utilizados por aqueles que buscam defender a utilização da dança na adoração, a saber:
1 - Miriã, a profetisa, dançou com pandeiros e levou o povo de Israel ao mesmo. (Êxodo 15:20,21)
2 - Davi “dançou diante do Senhor” (II Samuel 6:14-16)
3 - Os textos de Salmos 149:3 e 150:4 mandam louvar ao Senhor com danças
4 -Profetas em Israel profetizavam ao som de tambores. (I Samuel 10:5)
5 -A filha de Jefté dançou diante do pai com adufes. (Juizes 11:34) Além disso, as mulheres de Israel dançavam diante de Saul e de Davi com adufes. (I Samuel 18:6; 21:11).
Destaques:
“É importante notar que Davi, que é considerado por muitos como o exemplo principal para a dança religiosa na Bíblia, nunca deu instruções aos levitas com respeito a quando e como dançariam no Templo. Se Davi cresse que a dança deveria ser um componente na adoração divina, sem dúvida teria dado instruções relativas a ela aos músicos levitas que designou para se apresentarem no templo. Sua omissão da dança na adoração divina dificilmente pode ser considerada como um lapso. Ao contrário, ela nos fala da distinção que Davi fez entre a música sacra, executada na Casa de Deus e a música secular tocada fora do Templo para o entretenimento.”
“Quanto à compreensão correta dos salmos, deveríamos ter em mente o princípio da hermenêutica bíblica que diz que sempre deveríamos considerar o estilo literário do conteúdo em estudo. É uma narrativa histórica? É uma parábola, uma declaração profética? Estas perguntas devem ser feitas pelo estudioso diligente de forma que, a partir de suas respostas, possa buscar uma interpretação coerente. Os salmos devem ser compreendidos como fazendo parte do estilo literário poético e como tais não deveriam ser interpretados como sendo literais.”
“Outro ponto a considerar é que o tambor, em suas diversas formas, sempre fez parte da música folclórica e popular hebraica. Porém, quando Davi, por ordem divina, planejou e, posteriormente, Salomão instituiu o serviço levítico no Templo, nenhum instrumento de percussão foi admitido na adoração. O evento descrito em I Samuel 10 ocorre muitos anos antes de Davi haver estabelecido essas orientações. E, mesmo depois dessas orientações, o povo continuou usando esses instrumentos em suas manifestações musicais fora do Templo.”
um abraço!
Levi
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A Música e o Fim do Tempo da Graça
14 de Maio de 2008 @ 15:20 - adminArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: A Música e o Fim do Tempo da Graça
Autor: Luzes da Alvorada Produções
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/musica_tempo_graca.htm
Resumo:
O artigo, um pouco longo, mas não prolixo, faz uma análise profunda (mas que não esgota este tema tão abrangente) da situação atual da igreja e do papel que a música desempenha na igreja hoje e o papel que ela desempenhará na sacudidura, ao terminar o tempo da graça.
As citações bibliográficas, conforme indicadas durante o texto, fundamentam-se principalmente na Bíblia e nos escritos de Ellen White, citando ainda outros escritores adventistas, notadamente trechos do livro Música, Adventismo e Eternidade, de Dario Pires Araújo.
Destaques:
“A preocupação da Igreja Adventista do Sétimo Dia, não deveria ser apenas a pregação do evangelho, mas a busca pessoal, por parte de cada membro, da presença de DEUS em suas vidas. Isso não quer dizer que devamos deixar de pregar o evangelho, de maneira nenhuma. Quer dizer que quanto mais perto de DEUS estivermos, mais poder receberemos do Céu. É o poder de DEUS, a direção do ESPÍRITO SANTO, que fará com que o evangelho seja, realmente, pregado a todo o mundo. Esforços humanos resultam apenas no que tem acontecido muitas vezes: Um grande número de pessoas sendo batizadas enquanto outras tantas deixam a igreja, seguindo pelo caminho da apostasia. Está escrito que “O mundo ficará convencido, não pelo que o púlpito ensina, mas pelo que a igreja vive. O ministério anuncia do púlpito a teoria do evangelho; a piedade prática da igreja demonstra seu poder.” Serviço Cristão Pág. 67.”
“A igreja está, hoje, totalmente desinformada. Algumas pessoas têm usado textos bíblicos, erroneamente, sem ter real conhecimento da verdade. Citam casos como o do transporte da arca para Jerusalém, nos dias do rei Davi, a cântico de Míriam, junto ao Mar Vermelho ou alguns versos no livro de salmos, sem saberem o que estão falando. Consideremos, rápida e resumidamente, apenas um dos casos: Ao citar o uso de tamboris e pandeiros, no caso do transporte da arca, essas pessoas não prestaram atenção no fato de que foi nessa ocasião que Uzá morreu pelo juízo divino, e nem no fato de que os tamboris e pandeiros foram tirados, não foram mais usados, no restante do trajeto, quando a arca foi, finalmente, levada até Jerusalém. Dessa forma, a desinformação e a vontade de satisfazer ao próprio gosto pervertido tem levado muitas pessoas a usarem outros textos ainda, para imporem suas próprias idéias, sem saberem que estão fazendo a obra do inimigo.”
um abraço!
Levi
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O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia
14 de Maio de 2008 @ 15:20 - adminArquivado sob Adoração | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia
Autor: Levi de Paula Tavares
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/percussao_adoracao.htm
Resumo:
Trata-se de uma análise dos relatos e princípios bíblicos, corroborados por estudos de renomados eruditos, acerca da utilização de instrumentos de percussão a adoração a Deus.
Esta análise é feita cronologicamente, englobando: a música no antigo Israel, desde o transporte da arca para Jerusalém, até a utilização dos instrumentos musicais no serviço levítico no Templo; a música de adoração após o Templo de Salomão e nas sinagogas; a música na adoração da Igreja Apostólica e a música de adoração no Apocalipse.
Como fechamento, há uma breve compilação dos conselhos de Ellen White acerca do assunto.
Destaques:
“Digno de nota é a ausência de qualquer instrumento de percussão da classe dos membranofones, ou seja, instrumentos que produzem som a partir da vibração de uma membrana (normalmente uma pele de animal esticada sobre um aro). Não que estes instrumentos não fossem conhecidos na época, nem que fossem estranhos a Davi. O tamboris ou adufes (toph) foram utilizados pelo próprio Davi na primeira tentativa de trazer a arca a Jerusalém (II Samuel 6:5; I Crônicas 13:8). (…) A falta de instruções com relação à utilização de instrumentos de percussão, para marcação rítmica na música do Templo dificilmente pode ser creditada a negligência ou esquecimento por parte de Davi, uma vez que as instruções relativas a esta instrumentação estavam “conforme ao mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do Senhor, por mão de seus profetas” (II Crônicas 29:25).”
“A função da música na sinagoga diferia da música no Templo, principalmente porque as duas instituições tinham propósitos diferentes. O Templo era, primariamente, o lugar onde eram oferecidos sacrifícios em nome de toda nação e dos crentes individualmente. A sinagoga, por outro lado, apareceu provavelmente durante o exílio babilônico como o lugar onde eram oferecidas orações e as Escrituras eram lidas e ensinadas. Esta diferença de funções também se refletia nos diferentes papéis que a música desempenhava nessas duas instituições. Enquanto a música no templo era predominantemente vocal, com instrumentos de cordas que ajudavam no canto, a música na sinagoga era exclusivamente vocal, sem qualquer instrumento. A única exceção era o shofar (trombeta feita de chifre de carneiro) que servia como um instrumento sinalizador.”
“… falar sobre um ministério de música no Novo Testamento pode parecer completamente fora de propósito. Isto pode parecer estranho a nós, que estamos acostumados a ter e incentivar um ministério musical rico e espiritualmente frutífero, mas a verdade é que o Novo Testamento faz silêncio sobre qualquer cargo “musical” na igreja. Com exceção do livro do Apocalipse, no qual a música faz parte de um rico drama escatológico, apenas uma dúzia de passagens se refere à música. Nenhuma destas passagens, entretanto, dá-nos um retrato claro do papel que a música desempenhava nos cultos na igreja durante o período do Novo Testamento. Isto não surpreende, porque os crentes deste período não viam seus grupos de adoração como sendo muito diferentes dos da sinagoga, conforme vimos acima. Ambos eram conduzidos de maneira informal, por pessoas leigas liderando a oração, leitura, cânticos, e exortação. A diferença fundamental entre os dois era a proclamação messiânica que estava presente apenas na adoração Cristã.”
um abraço!
Levi
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Novos artigos em Sonorização
14 de Maio de 2008 @ 15:20 - adminArquivado sob Artigos Técnicos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Olá amigos
Esta notícia interessa especialmente a você, que é técnico de som. Em parceria com o sítio virtual ( Som ao Vivo ), acabamos de disponibilizar em nossa seção de Sonorização, dezenas (isso mesmo, são cerca de 90) de excelentes novos artigos sobre este tema, enriquecendo bastante o nosso acervo.
Confira em http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/sonorizacao/index.htm. No topo da página escolha o item “Artigos de Fernando Antônio Bersan Pinheiro no Som ao Vivo”.
um abraço!
Levi
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Tudo Começa Com Deus
14 de Maio de 2008 @ 15:20 - adminArquivado sob Evangelismo | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Uma Análise do Livro “Uma Vida Com Propósitos” - Dia Um - Tudo Começa Com Deus
Autor: Scott Mooney
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/mooney/day01.htm
Resumo:
Trata-se da primeira parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro “Uma Vida Com Propósitos”, de Rick Warren.
É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.
Conforme o autor expressa na Introdução ( http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/mooney/intro.htm ), seu propósito é demonstrar “como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã.”
Destaques:
“De fato, é possível a alguma criatura viver apartada de seu Criador? No entanto, não há qualquer indício de consideração destas questões. Ao invés disso, há apenas a garantia de que depende de nossa própria iniciativa e força começarmos tal relacionamento. Como ele coloca, “Se você não tem tal relacionamento, irei explicar depois como iniciar um” (p.20). Isto, por sua vez, sugere outras questões; por exemplo, se Deus é o Criador de todas as coisas, e assim determina o significado e objetivo das coisas, então como podemos falar de relacionamento entre Deus e criatura que dependa de iniciativa e poder da criatura? Warren não nos fornece uma explicação.”
“A mensagem de Warren até então parece ser: 1) O homem é uma criatura de Deus, mas 2) de algum modo a “criatura” pode existir sem relação com o “Criador”; 3) Embora isso possa ser problemático para a criatura, entretanto, ele pode exercitar sua força e iniciativa para entrar em um relacionamento com o Criador; 4) algo que nós temos o hábito de nos referir como “revelação” será, de algum modo, envolvido nesta “descoberta” do significado e objetivo da vida. Os conceitos de Warren para “Deus”, “homem”, “revelação” e “descoberta” são um tanto quanto nebulosos. Portanto, nestes termos, uma transformação do homem sem significado e sem propósitos para o homem com significado e propósitos é um processo mal definido; a criatura, de algum modo, se transforma naquilo que o Criador o criou para ser. Conforme Warren coloca, “Trata-se de tornar-se aquilo para o que Deus te criou” (p.19).”
um abraço!
Levi
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Você Não é Um Acidente
14 de Maio de 2008 @ 15:20 - adminArquivado sob Evangelismo | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Uma Análise do Livro “Uma Vida Com Propósitos” - Dia Dois - Você Não é Um Acidente
Autor: Scott Mooney
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/mooney/day02.htm
Resumo:
Trata-se da segunda parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro “Uma Vida Com Propósitos”, de Rick Warren.
É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.
Conforme o autor expressa na Introdução ( http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/mooney/intro.htm ), seu propósito é demonstrar “como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã.”
Destaques:
“Ele cita o cientista Dr. Michael Denton, que disse “…o cosmos é um conjunto especialmente projetado com a vida e raça humana como seu objetivo fundamental e propósito, um conjunto no qual todas as facetas da realidade tem seu significado e explicação neste fato central.”(p.24). Warren então em seguida adiciona sua própria declaração “A Bíblia disse a mesma coisa milhares de anos atrás.” (p.24). Ele cita Isaias 45:18 para sustentar sua visão: “Deus formou a Terra… Ele não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada”. Contudo, a afirmação que Deus pretendesse que a Terra fosse habitada por pessoas, dificilmente é o mesmo que se dizer “todas as facetas da realidade tem seu significado e explicação” no “fato central” da vida humana. A declaração do Dr. Denton é clara o bastante, mas está longe de ser claro se sua declaração conclui a mesma coisa que a Bíblia tem dito por milhares de anos. Devemos dar a este ponto escrutínio muito maior do que Warren permitiu.”
“Warren parecia indicar a idéia cristã de significado na abertura deste capítulo com sua descrição inspiradora da oniciência e onipotência do Soberano Criador. Mas as palavras podem significar muitas coisas diferentes. Faz-se necessária a elaboração do sistema maior aonde palavras são proferidas com o objetivo de conhecer verdadeira e completamente com qual objetivo foram empregadas. Conforme prosseguimos pelo Dia Dois fica difícil manter a presunção de que Warren se refere ao Deus da Bíblia, ao Deus do Cristianismo histórico e bíblico, ao Deus de nossos pais. Na melhor das hipóteses, poderíamos até dizer que Warren interpretou mal as palavras do Dr. Denton. Contudo, quando chegamos às observações de Warren sobre significado e realidade, constatamos que quanto mais ele elabora sua visão, mais sua visão diverge da ortodoxia cristã.”
um abraço!
Levi
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Brincando Com Fogo
14 de Maio de 2008 @ 15:20 - adminArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Brincando Com Fogo
Autor: Pr. Antonio José Bettero M. do Valle
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/brincando_fogo.htm
Resumo:
O título sugestivo deste artigo é uma boa introdução para a abordagem do texto: ao flertarmos com os entretenimentos mundanos em nossa adoração, estamos brincando com fogo. E, podemos acrescentar que esta brincadeira é bastante literal, se considerarmos o juízo final.
O autor, um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, fala bastante francamente sobre os desvios a que a falta de parâmetros claros e firmes nesta área (apesar dos princípios bíblicos e das instruções de Ellen G. White) tem levado a nossa adoração e nosso senso da santidade de Deus.
Destaques:
“Instruções claras e definidas têm sido dadas” , nas teses doutorais, em livros de gente séria e no Espírito de Profecia, mas o que acontece em nossa igreja é outra realidade. Interesses pessoais atropelam tudo isso, como se essas instruções não existissem. Quais são os critérios utilizados? Pesquisa de mercado, gosto do público alvo, meu gosto pessoal, muita animação, ritmo, batida, emoções. Estão explorando as tendências e a simplicidade de um povo. Indefinidos, populistas e comerciantes estão regendo o que chega aqui nas congregações. E o povo entra rápido no ritmo, segue cegamente tudo que vem de cima, como sendo o certo. Aquilo que agrada à maioria, tem o apoio da maioria. “Só se contesta o que incomoda” E os incomodados são uns poucos que estudam e querem fazer o certo.”
“O fato de os cantores convidados sempre trazerem duas, três músicas para apresentar, mostra que vieram fazer uma apresentação, não foram ensinados a considerar o culto, a Palavra, o tema do sermão. O objetivo é claro - apresentação e não adoração. É fácil medir o grau: tente arrazoar, pedindo uma só música que mais se enquadre à mensagem, ou porque o tempo está esgotado. Veja a reação, sinta o clima. Quer saber onde está o verdadeiro objeto de adoração? Diga não nesta área tão sensível, discorde.”
“Você jamais será o mesmo após ouvir a verdade. Ou vai melhorar ou piorar. Existe um conflito cósmico ocorrendo e a sua mente é o campo de batalha. É você quem decide quem vai ser o vencedor. Este grande conflito está presente em cada momento, em cada pensamento, em cada ato de sua vida. Cada palavra, cada atitude, cada música, cada roupa tem uma mensagem, está dizendo algo para alguém à sua volta, ou para anjos bons e maus. A neutralidade não existe neste conflito, nem em pensamentos nem em atos. Tudo que você escolhe ou faz está exaltando a Deus ou ao inimigo; está dizendo quem merece sua obediência, sua adoração. Suas escolhas, sua vida estão adorando a quem? Tem mostrado que você está de que lado? Deixe Jesus ser o vencedor em sua mente e coração.”
um abraço!
Levi
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Escalas Flexíveis e Oitavas Imutáveis
30 de Abril de 2008 @ 12:40 - adminArquivado sob Efeitos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Escalas Flexíveis e Oitavas Imutáveis
Autor: Mick Hamer
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/escalas_oitavas.htm
Resumo:
Ao tentar fazer pesquisas que pudessem responder à pergunta: “A nossa apreciação musical e uma questão genética ou cultural?”, os cientistas chegaram a conclusões surpreendentes: Embora a nossa percepção do intervalo de oitava seja natural, bem como a noção de outros intervalos simples, a percepção e apreciação das escalas são, essencialmente culturais.
Destaque:
Braun afirma que o experimento demonstra que duas notas separadas por uma ou mais oitavas compartilham o mesmo caminho neurológico, ativando um grupo de neurônios específico de uma parte do cérebro chamada de tálamo auditivo. Assim, embora o reconhecimento das oitavas pareça ser inato, aprendemos outros intervalos musicais da mesma forma que as crianças aprendem as linguagens.
um abraço!
Levi
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Cinco Grandes Ilusões Auditivas
30 de Abril de 2008 @ 12:40 - adminArquivado sob Efeitos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Cinco Grandes Ilusões Auditivas
Autor: Mike Marshall
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/ilusoes_auditivas.htm
(acesse o endereço para ouvir as ilusões auditivas)
Resumo:
As cinco mais impressionantes ilusões auditivas, com exemplos em áudio.
Destaques:
Ilusão da Barbearia:
Esta é uma demonstração do efeito estéreo. Ao ouvir essa “ilusão”, tem-se a sensação de estar realmente na cadeira de uma barbearia, com o barbeiro se movendo a sua volta, cortando seu cabelo. Na medida em que o barbeiro se move à sua direita, o volume aumenta levemente no canal direito e diminui no esquerdo. De modo semelhante, o aumento do som da tesoura, dá a impressão de ele a está trazendo cada vez mais perto de cada um dos ouvidos. A ilusão demonstra nossa habilidade de localizar sons no espaço; ao comparar os sons que chegam a cada ouvido, conseguimos identificar de onde eles vêm.
Ilusão da Escala:
Existem diversas maneiras de como as pessoas percebem esses sons, mas a mais comum é unir as notas altas e baixas em um só grupo. Ao invés de ouvir as duas escalas, as pessoas ouvem uma melodia descendente e ascendente novamente em um ouvido, e uma ascendente e descendente no outro. Em outras palavras, o cérebro rearranja algumas das notas para um ouvido diferente, de forma a montar uma melodia coerente. Pessoas destras tendem a ouvir a melodia mais aguda no ouvido direito, e a grave no esquerdo, enquanto que canhotos demonstram uma resposta mais diversa.
Melodias Fantasmas:
Algumas peças musicais consistem em arpeggios de alta velocidade, ou outros padrões repetitivos, os quais mudam apenas sutilmente. Se eles são tocados de maneira rápida o suficiente, o cérebro capta aquelas notas ocasionais que se alteram e as une em forma de melodia. Esta melodia desaparece se a seqüência é tocada lentamente.
um abraço!
Levi
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Os Verdadeiros Adoradores
23 de Abril de 2008 @ 13:20 - adminArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Os Verdadeiros Adoradores
Autor: Willian Santos Rodrigues
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/adoradores.htm
Resumo:
João 4:23 fala em “verdadeiros adoradores”. Quem são eles? Quais são as suas características? Por antítese, quem são os adoradores falsos? Analisando os conceitos bíblicos da adoração e os atributos dos verdadeiros adoradores, como Abraão, Elias e Jó, o autor busca parâmetros e princípios que possam nos guiar no caminho da verdadeira adoração, e chega a uma conclusão: o verdadeiro adorador, é aquele que tem uma comunhão diária com Deus.
Destaques:
“Uns adoram a televisão. São completamente submissos a ela, ou a alguns de seus programas, como: novelas, seriados, esportes, filmes; não conseguem tirar 20 minutos de seu dia - que tem 24 horas - para estar dentro do quarto em comunhão com Deus. Mas conseguem perder toda uma tarde de domingo na frente da televisão, ou dormir todo dia à meia-noite, por causa dela, ou até transgredir o sábado, por um capitulo da novela das 8:00. Preste bem atenção! Não é minha intenção falar de pecados. Mas quero convidar a todos, a partir de hoje, a se tornarem verdadeiros adoradores.”
“Talvez você pense: Isto é ser radical, fanático; mas saiba o seguinte: se Satanás tiver 1% de suas ações, ele tem tudo. Não acredita? Leia II Timóteo 3:1-5. Veja se você se encaixa em algumas dessas prerrogativas. Veja também Judas 18,19. Esse é o quadro dos últimos dias. Isto é profético. Essa é a imagem daqueles que não conhecem a Deus. “Causam divisões no grupo, pois são sensuais” (Judas 19). A sensualidade é pecado, da mesma forma que o amor ao dinheiro (I Timóteo 6:10). Essas são pessoas que podem até estar praticando formas de adoração, mas não são verdadeiros adoradores.”
“Quanto tempo você passa com Jesus? Quantos minutos ou horas do seu dia você passa olhando firmemente para sua cruz? Sua vida é uma vida de constante oração, comunhão, e intimidade com Cristo? Ou você só tem um tempinho para Ele no momento em que acorda, ou antes de dormir, e às vezes nem isso? Às vezes, Cristo acaba se tornando um tipo de obrigação; mas não deve ser assim. Jesus é vida! E sem Ele a vida não existe.”
um abraço!
Levi
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Os Animais são Naturalmente Musicais?
16 de Abril de 2008 @ 17:20 - adminArquivado sob Artigos Técnicos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Os Animais são Naturalmente Musicais?
Autor: Christine Kenneally
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/experiencias/animais_musicais.htm
Resumo:
Trata-se de mais um artigo da edição especial sobre música e seus efeitos na mente humana e nos animais, da conceituada revista New Scientist, publicada em Fevereiro de 2008, que abordou de forma destacada a música.
Neste instigante artigo, a autora busca responder a várias perguntas, de acordo com as últimas pesquisas científicas, como: Como os animais são sensíveis à música? Se sim, que tipo de música eles mais gostam? Será que somente os seres humanos apreciam música? Como um pássaro canoro ouve um som musical?
Destaques:
“Em 2001, entretanto, um estudo de Anthony Wright e colegas da Universidade de Medicina do Texas, em Houston, colocaram essas descobertas em cheque. Descobriram que Macacos Rhesus eram capazes de reconhecer melodias transpostas em uma oitava inteira, sem grandes dificuldades - mas apenas quando eram submetidos à musicas infantis, como “Parabéns a Você”, caracterizadas por fortes transições tonais. Quando Wright submeteu os macacos à músicas com melodias fracas, descobriu que os macacos não eram capazes nem de se lembrar das canções, quanto mais executar transposições. Experimentos anteriores, aponta Wright, usaram músicas atonais ou mesmo notas sem qualquer melodia, o que poderia explicar os resultados contraditórios. Aparentemente, pelo menos neste sentido, nossa habilidade musical não é tão diferente dos primatas, já que também temos certa dificuldade em reconhecer musica atonal, se ela se move para cima ou para baixo, na escala.”
“Aves, baleias, focas e humanos compartilham não apenas canções complexas, mas a habilidade de aprendê-las - não são apenas pré-programados para produzir sons musicais de acordo com uma marca de tempo genética, como são muitos animais. Isso lhes confere uma criatividade adicional. Da mesma forma que grupos humanos possuem diferentes tipos de tradição musical, diferentes grupos de baleias possuem dialetos próprios, e é possível para uma influenciar o gosto das outras. Tem sido documentado mais de uma vez que um grupo social de baleias irá abandonar suas canções características em favor de sons novos de um grupo social estranho.”
“A perspectiva de que os pássaros têm prazer em cantar é sustentada por um estudo publicado em 2006 por Erich Jarvis e colegas do Centro Médico Universitário em Durham, Carolina do Norte. Descobriram um aumento nos níveis de dopamina em pássaros canoros machos, no momento em que cantavam. Os níveis aumentavam especialmente quando cantavam para uma fêmea. Dopamina, reconhecida como o neurotransmissor do bem-estar, é importante para o aprendizado. Ainda não está claro o papel que desempenha nos pássaros canoros, diz Jarvis, mas suspeitamos de que sua função primária seja a de induzir um reforço na aprendizagem e sua função secundária pode ser a de criar uma sensação de euforia.”
um abraço!
Levi
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Dirigidos pelo Espírito ou Orientados por Propósitos?
15 de Abril de 2008 @ 09:40 - adminArquivado sob Evangelismo | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Dirigidos pelo Espírito ou Orientados por Propósitos?
Autor: William Crump
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/propositos_crump.htm
Resumo:
O material a seguir não é um artigo, ou, pelo menos, não foi escrito na forma de um artigo. Trata-se da resenha do livro “Uma Vida Com Propósitos”, de Rick Warren, disponível aos leitores na conhecida livraria virtual Amazon.com.
O autor tem uma postura equilibrada, embora crítica, sem entrar em pontos polêmicos ou doutrinários, atendo-se principalmente ao bom-senso cristão.
Destaque:
“O livro enfatiza que o amor, os relacionamentos harmoniosos, a paz, e a interação com outras pessoas são os objetivos principais da vida cristã; compromisso e reconciliação, mas não necessariamente resolução, deveriam prevalecer quando problemas ou diferenças de opinião aparecem. Para chegar a esta conclusão, Warren parece descrever a Deus somente como um Ser eternamente benevolente, um Amigo ou Colega simpático, que sempre atenderá as suas necessidades. Isto remove de Deus a Sua onipotência, santidade e reverência. Warren não apenas evita descrever a Deus como um Juiz zeloso, que é intolerante para com o pecado, mas também faz pouco esforço em enfatizar que a pessoa deve, por ocasião de sua conversão, mudar de vida e abandonar o estilo de vida mundano. Tudo o que é necessário é “sussurrar” uma breve oração de aceitação e - zás - você está na família de Deus!”
um abraço!
Levi
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Uma Visão da Música de Adoração
7 de Abril de 2008 @ 15:00 - adminArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: A Crise de Identidade Adventista: Uma Visão da Música de Adoração
Autor: Dr. Samuele Bacchiocchi
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/crise_identidade.htm
Resumo:
Não é nenhuma novidade que a Igreja Adventista do Sétimo Dia - assim como todas as outras igrejas protestantes tradicionais - tem enfrentado uma forte crise de identidade. Esta crise deve-se a questionamentos, levantados principalmente pelos pressupostos humanistas e pós-modernos, os quais negam qualquer verdade estabelecida e buscam colocar o homem e suas necessidades no centro de tudo, inclusive da religião. Além disso, estratégias para o crescimento numérico de igrejas, baseadas nesses pressupostos, estão sendo adotadas indiscriminadamente por várias lideranças eclesiásticas.
O autor, como um palestrante internacional muito requisitado, tem notado, em todas as regiões do mundo que a falta de critérios bíblicos na escolha da música na adoração tem sido o principal fator contribuinte para esta crise de identidade. Desta forma, ele pretende contribuir com a igreja fornecendo um estudo acerca dos critérios e princípios bíblicos que devem nortear as nossas escolhas musicais. Isto é fundamentalmente importante se realmente desejamos adorar a Deus, uma vez que, se Ele revelou princípios nesta área, espera que Seus filhos se atenham a esses princípios.
Após uma longa introdução, em que outros fatores de crise na identidade adventista são rapidamente citados, o autor apresenta, de forma clara, didática e biblicamente sólida, vários princípios, extraídos principalmente das instruções e da prática com relação ao ministério musical levítico no Templo de Jerusalém.
Destaques:
“O cântico na Bíblia não é para o prazer pessoal nem para alcançar os “gentios” com melodias familiares a eles. É para louvar a Deus recitando Sua palavra - um método conhecido como “cantilena”. Prazer em cantar não vem de uma batida rítmica que estimula as pessoas fisicamente, mas da própria experiência em louvar ao Senhor. “Louvem o Senhor, pois o Senhor é bom; cantem louvores ao seu nome, pois é nome amável”. (Salmos 135:3; NVI). “Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor”. (Salmos 147:1).”
“A música tem um lugar e um propósito especiais no universo de Deus. É um presente divino à família humana através da qual os seres humanos podem expressar sua gratidão a Deus, enquanto experimentam satisfação dentro de si mesmos. O prazer de cantar não vem de uma batida rítmica que estimula as pessoas fisicamente, mas da própria experiência de louvar o Senhor. “Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus” (Salmos 147:1).”
“O ministério de música deve ser dirigido por pessoas treinadas, dedicadas, e inclinadas espiritualmente. Esta lição é ensinada pelo ministério de música no Templo o qual era executado por levitas experientes e maduros, os quais eram treinados musicalmente, preparados espiritualmente, apoiados financeiramente, e servidos pastoralmente. Este princípio estabelecido por Deus para os músicos do templo é aplicável aos ministros da música em nossos dias.”
um abraço!
Levi
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(Falsas) Estratégias de Crescimento para a Igreja
4 de Abril de 2008 @ 10:40 - adminArquivado sob Evangelismo | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Olá Amigos
Estou escrevendo hoje para informar sobre a publicação não de um artigo, mas de 12 artigos!
Trata-se de duas séries que analisam as novas tendências de crescimento da igreja, notadamente aquelas baseadas nos livros “Uma Vida com Propósito” e “Uma Igreja Com propósito”, de Rick Warren. Essas tendências têm influenciado grandemente a vida eclesiástica e os planos da esmagadora maioria das igrejas, tanto evangélicas quanto tradicionais.
A primeira série tem por título “Igreja Dirigida pelo Espírito ou Orientada por Propósitos?” , escrita por Berit Kjos e consiste de nove partes, a saber:
- Parte 01 - Análise das Premissas Básicas
- Parte 02 - Alargando a Porta para o Reino
- Parte 03 - Suavizando a Palavra de Deus
- Parte 04 - O Espírito de Adoração
- Parte 05 - Evangelismo Orientado Pela Música
- Parte 06 - Esquecendo-se do Temor de Deus
- Parte 07 - Unidade e Comunidade
- Parte 08 - Os Grupos Pequenos e o Processo Dialético
- Parte 09 - Como Lidar com os Resistentes
A segunda série tem por título “O Que Há de Errado com a Igreja do Século 21?” escrita por Robert Klenck e divide-se em três partes:
- Parte 1- Visão Geral do Movimento de Crescimento de Igrejas
- Parte 2 - Diaprax na Igreja
- Parte 3 - Como Diaprax se Manifesta na Igreja
Dada a grande importância deste tema para as questões da utilização da música na adoração (veja as partes 4 e 5 da primeira série), recomendo a leitura atenta deste material, a fim de conhecermos as reais raízes das transformações pelas quais a igreja está passando.
um abraço!
Levi
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Igreja Dirigida pelo Espírito ou Orientada por Propósitos?”
Trechos
“Na Igreja de Saddleback, somos assumidamente contemporâneos … Distribui um cartão para todos na igreja dizendo: ‘Escreva os nomes das estações de rádio que você ouve.’ Eu não perguntei isso aos incrédulos, mas para as pessoas da igreja: ‘Que tipo de música você ouve?’ Quando recebi as respostas, nem uma única pessoa respondeu: ‘Ouço música de órgão.’ Nem uma … Então, tomamos a decisão estratégica de sermos uma igreja de música contemporânea. Logo depois que tomamos essa decisão e deixamos de tentar agradar a todos, a Igreja de Saddleback experimentou um crescimento explosivo…”
(Parte 01 - Análise das Premissas Básicas)
“Ao contrário das gerações anteriores, poucos aprenderam as verdades básicas sobre nosso Deus bíblico e Seus padrões morais. Muitos simplesmente rejeitam a noção de “pecado” como legalismo fora de moda e fecham seus olhos para seu poder corruptor em suas vidas. Quando se deparam com o ensino não ofensivo de hoje sobre o pecado, muitos traduzem isso para uma ainda mais confortável meia-verdade: “O pecado é uma parte normal da vida e sou tão bom quanto todo mundo - talvez um pouco melhor. Além disso, Deus me ama como sou.” Em outras palavras, não há nenhum sentimento de culpa, de medo ou quebrantamento diante de nosso eterno Juiz! “Pelo contrário, de maneira nenhuma se envergonham, nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se.” [Jeremias 6:13-15]”
(Parte 02 - Alargando a Porta para o Reino)
“Todavia, a incessante busca do homem por “uma forma nova e original” tem sempre nos tornado vulneráveis à tentação. Desde o início, Satanás oferece prazeres e sabedoria para aqueles que reformulam ou modificam a Palavra intemporal de Deus - misturando mentiras com a verdade, o que esconde a enganação. No Jardim do Éden, isso levou à desobediência de Eva e à alienação da humanidade. Em toda a Idade Média, levou a horrendas heresias e também à perseguição cruel daqueles que se firmavam na Palavra imutável de Deus. No nosso tempo, a chegada do pragmatismo e da pós-modernidade tem levado à outra rodada de revisões. E, com a rejeição pós-moderna aos absolutos imutáveis, isso parece não ter fim.”
(Parte 03 - Suavizando a Palavra de Deus)
“Embora todas as partes do universo tenham sido criadas pelo nosso Deus soberano, Ele nos deixa usar Suas matérias-primas de acordo com nossas próprias inclinações - independente se elas honrem ou profanem Seu nome. Mas quando nos tornamos parte de Sua família e do Seu Reino, Ele nos faz responsáveis para com Seus elevados e santos padrões - e ao que revelou sobre Si Mesmo em Sua Palavra.”
(Parte 04 - O Espírito de Adoração)
“‘O estilo de música que você escolhe para usar em seus cultos será uma das mais decisivas (e controversas!) decisões que você tomará na vida da sua igreja,’ escreveu Rick Warren em um artigo intitulado Selecting Worship Music. ‘Você precisa fazer combinar a música com o tipo de pessoa que Deus quer que sua igreja alcance … A música que você usa ‘posiciona’ sua igreja na cidade ou bairro. Ela define quem você é … Ela vai determinar o tipo de pessoa que você atrai, o tipo de pessoa que você mantém e o tipo de pessoa que você perde.’”
“Assim, quando Rick Warren ofereceu a música que a maioria das pessoas queria, elas se arrebanharam para a igreja. Mas o “sucesso mensurável” não prova que Deus ordenou ou inspirou esse plano em particular. De fato, Deus nos adverte para não ‘procurar agradar a homens’. [Gálatas 1:10; I Tessalonicenses 2:4] A popularidade no mundo nunca foi um sinal da aprovação de Deus.”
(Parte 05 - Evangelismo Orientado Pela Música)
“Embora o amor de Deus seja incondicional, Suas promessas não são. A maioria está ligada - freqüentemente na mesma passagem em que aparecem - a especificações e condições para seu cumprimento. Mas essas condições e instruções são geralmente deixadas de fora. Da forma que são apresentadas no livro, muitas promessas de Deus para aqueles que - por Sua graça e Espírito - O seguem, se tornam, ao invés disto, universais e incondicionais afirmativas para todos os que lêem o livro. Não há necessidade de se entristecer pelos nossos pecados, de tremer diante de Sua Palavra, ou de arrepender-se de nossa dependência ao emocionalismo contemporâneo, pois todos estão bem diante daquele que ama a todos ‘apaixonadamente’ da maneira como somos.”
(Parte 06 - Esquecendo-se do Temor de Deus)
“Não pode haver verdadeira ou duradoura unidade a não ser que ela seja baseada na Palavra de Deus e sem contemporizações. Quando as igrejas adotam as mesmas estratégias psicosociais usadas pelas escolas públicas para o treinamento multicultural - e também pelos governos e empresas em “desenvolvimento-comunitário” para a solidariedade social - precisam distorcer ou esconder as Escrituras contrárias, como II Coríntios 6:12-18. Não se pode agradar a Deus apoiando-se em métodos de sucesso do mundo. Quando as igrejas reinterpretam e adaptam partes da Bíblia de acordo com as percepções pós-modernas e as ‘necessidades sentidas’, mudam seu fundamento da sabedoria de Deus para as estratégias e regras humanas. Uma dessas estratégias é simplesmente descartar as advertências bíblicas e ‘disciplinar’ ou expulsar os membros preocupados e piedosos, reputando-os como ‘divisivos’.
(Parte 07 - Unidade e Comunidade)
“Uma boa discussão depende de fatos e da lógica - informações sólidas - para apresentar um argumento lógico que possa persuadir os outros que algo é verdadeiro ou correto. Mas essa discussão didática choca-se com os propósitos do grupo dialético, que treina mentes diversas (lembre-se, todos são incentivados a trazer seus amigos) para ignorar as verdades ofensivas para o bem da unidade. Cada pessoa precisa aprender a compartilhar seus corações autenticamente , a ‘ouvir’ com empatia, colocar de lado os fatos divisivos ou os padrões bíblicos, e continuamente sintetizar as visões individuais e os valores em um terreno comum que evolua continuamente. É claro que esse processo de sentir-se bem ofusca a linha divisória de Deus entre o bom e o mau, entre a verdade e o erro. [Veja II Timóteo 4:3-4]”
(Parte 08 - Os Grupos Pequenos e o Processo Dialético)
“Uma razão por que as pessoas se conformam ao sedutor ‘processo de transformação’ nas igrejas evangélicas é o medo da perda. A rejeição machuca. No entanto, esse temor é útil para os agentes de transformação de hoje. Exatamente como a punição pública severa foi usada ao longo dos tempos para atemorizar as massas à conformidade exterior, assim também o temor da rejeição pessoal agora faz as pessoas de todas as idades ‘a seguirem em frente e serem simpáticas com todos’.”
“Uma vez que os agentes de transformação precisam estar totalmente comprometidos com sua missão ou propósito estratégico, precisam também ver os dissidentes como errados. Embora algumas questões possam ser negociadas, esta não é uma delas. A transformação bem sucedida depende de persuadir a vasta maioria a compartilhar o foco resoluto deles. Aqueles que discordam com suas estratégias manipuladoras são vistos como barreiras intoleráveis para o objetivo final: um novo modo coletivo de pensamento, de ser e de servir.”
(Parte 09 - Como Lidar com os Resistentes)
O Que Há de Errado com a Igreja do Século 21?
Trechos
“Rick Warren fala sobre mudar a ênfase de programas de construção de igreja para um processo de construção das pessoas. O que ele está falando é da mudança do paradigma do modo tradicional de pensar para um modo transicional e, eventualmente, transformacional, que será alcançado por meio do uso do processo da dialética hegeliana - um tipo de pressão dos pares em um grupo. Ele descreve essa mudança de paradigma como a transição para uma “igreja do século 21″ e descreve os pastores como “agentes da mudança”. Esse “processo de construção de pessoas” é na realidade uma mudança na forma como as pessoas processam as informações factuais.”
(Parte 1- Visão Geral do Movimento de Crescimento de Igrejas)
“Existe um par de outros fenômenos que ocorrem nos grupos pequenos. O primeiro é o vínculo, para que as pessoas se sintam ‘plugadas’ nessas grandes ou mega-igrejas. ‘Os grupos pequenos são o modo mais eficiente de fechar a porta de trás de sua igreja.’ - Rick Warren [10] Em segundo lugar, a participação nos chamados grupos de ‘responsabilidade’ é freqüentemente exigida nos compromissos assinados. A confissão regular e completa de todos os pecados a um líder ou parceiro de prestação de contas tem dois efeitos: Primeiro, a prestação de contas temporal a outro homem leva a uma mudança no pensamento do confessor para longe da noção que ele/ela está na presença constante de Deus e é responsável diante Dele somente para se preocupar com o que o parceiro de prestação de contas pensará ou dirá sobre qualquer pensamento ou ação em particular. Em segundo lugar, há uma lavagem cerebral que ocorre com a confissão, levando à submissão ao confessor.”
(Parte 2 - Diaprax na Igreja)
“O Que é o Movimento de Crescimento de Igrejas? É a utilização de técnicas modernas de marketing pela igreja, de modo a atrair e manter um grande número de pessoas (atendendo às ‘necessidades sentidas’ delas). A igreja então ‘converte’ essas pessoas e as ‘discipula’ por meio do uso de técnicas da administração organizacional moderna (estilo TQM - Gerenciamento da Qualidade Total), para que elas possam produzir transformações na comunidade e no mundo. Os membros da igreja, tornam-se assim agentes de mudança social, ou ‘agentes de transformação’.”
(Parte 3 - Como Diaprax se Manifesta na Igreja)
Adoração, Músicos e Músicas
31 de Março de 2008 @ 13:40 - adminArquivado sob Música, Adoração | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Adoração, Músicos e Músicas
Autor: Rodolpho Gorski
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/adoracao_musicos.htm
Resumo:
Trata-se da análise de alguns textos bíblicos, a fim de tentar compreender os elevados princípios existentes nestes versos que são aplicáveis à adoração, comparando-os com os preceitos relativos ao tema, expressos no Manual da Igreja.
Destaques:
“A adoração efetiva é aquela em que o adorador entra em sintonia com o objeto da adoração, que é Deus. A comunhão é, pois, indispensável, e sem ela não pode haver adoração e louvor. A comunhão é uma via de duas mãos. Deus Se comunica conosco e nós nos comunicamos com Ele. Isso é encontro, identificação e sintonia, em espírito, entre Deus e o adorador.”
“Não basta batizar a música chamando-a pelo novo nome de “música sacra”. O rótulo externo com um novo e atrativo nome, nada diz. O que realmente diz é a natureza do produto, a sua fonte e a sua identificação. Identifica-se com o Céu ou com o mundo? É apropriada para ser cantada por alguém que está andando com Jesus, ou seria sucesso numa casa noturna ou numa emissora FM comum?”
um abraço!
Levi
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A Ilusão Musical
31 de Março de 2008 @ 13:39 - Levi de PaulaArquivado sob Artigos Técnicos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: A Ilusão Musical
Autor: Daniel Levitin
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/ilusao_musical.htm
Resumo:
Trata-se de mais um artigo da edição especial sobre música e seus efeitos na mente humana, da conceituada revista New Scientist, publicada em Fevereiro de 2008. O autor analisa, de acordo com as ultimas pesquisas científicas, como a música é percebida no cérebro.
Destaques:
“Imagine que você colocou uma fronha de travesseiro bem esticada na boca de um balde, e várias pessoas começam a jogar ali, de diferentes distâncias, bolas de pingue-pongue. As pessoas podem jogar quantas bolinhas quiserem e com qualquer freqüência. O seu trabalho é adivinhar, apenas olhando o movimento da fronha para cima e para baixo, quantas pessoas estão ali, quem são elas e se elas estão se aproximando de você, se distanciando ou estão paradas. Essencialmente, este é o problema com o qual o seu sistema auditivo precisa lidar quando usa o tímpano como a porta de entrada da audição.”
“A maioria das pessoas presume que o mundo é exatamente como mostra sua percepção. Entretanto, experimentos têm forçado pesquisadores, inclusive a mim mesmo, a confrontar a realidade de que as coisas não são bem assim. Aquilo que realmente ouvimos é o final de uma longa cadeia de eventos mentais que cria uma impressão – uma imagem mental – do mundo físico. Em nenhum lugar isso é mais impressionante do que na ilusão perceptiva na qual nosso cérebro impõe estrutura e ordem em uma seqüência de sons para criar o que chamamos de música.”
um abraço!
Levi
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A Diferença Entre Louvor e Adoração
31 de Março de 2008 @ 13:29 - Levi de PaulaArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: A Diferença Entre Louvor e Adoração
Autor: Pr. Valdeci Junior
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/diferenca.htm
Resumo:
“Louvor” e “Adoração” são a mesma coisa? Muitos se surpreenderão ao descobrir que não, estes termos não são sinônimos. Nem biblicamente, nem etimologicamente, os dois termos tem sérias diferenças entre si. E, ao meditarmos sobre a nossa experiência de adoração, temos que ter estas diferenças em mente. Ao selecionarmos o que estamos colocando diante de Deus em nossos cultos, estas diferenças deveriam estar muito claras, principalmente para os responsáveis pela organização e execução destes momentos, além de toda a congregação que estará participando.
Destaques:
“O louvor, se direcionado de forma correta, pode ser dirigido de vários seres, para vários seres. O pensamento de que, se estamos louvando outro ser que não é o nosso Deus, estamos pecando, não coaduna com o uso que a Bíblia muitas vezes faz da palavra louvor. Um ser humano pode louvar um animal, e ainda assim, continuar não desonrando ao Senhor, uma vez que Este seja mais exaltado que aquele, no “trono do coração”.”
“Em toda adoração deve haver louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor.”
um abraço!
Levi
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Amusia - Eles Simplesmente Não Captam
31 de Março de 2008 @ 13:25 - Levi de PaulaArquivado sob Artigos Técnicos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Amusia - Eles Simplesmente Não Captam
Autor: Graham Lawton
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/amusia.htm
Resumo:
Este é o primeiro de uma série de artigos que publicaremos sobre a ação da música ma mente humana, de acordo com as mais recentes pesquisas científicas. esta série de artigos foi publicada em uma edição especial da conceituada revista New Scientist, publicada em Fevereiro de 2008, que abordou de forma destacada a música.
A amusia é uma condição neurológica que impede que a pessoa aprecie a música. Para uma pessoa com esta condição, a música simplesmente não tem qualquer sentido, e pode até ser extremamente desagradável.
Destaques:
“Com o passar de alguns anos, têm ficado claro que a incapacidade de lembrar-se de uma melodia pode, às vezes, ser causada por um problema neurológico chamado de “amusia congênita”. Esta condição neurológica rouba completamente das pessoas aquilo que normalmente é uma apreciação instintiva e espontânea da música. Não é de se estranhar que este problema tenha se tornado um tópico de pesquisa da maior relevância, na intenção de entender os mistérios de como o cérebro lida com a música.”
“Mas o que causa a amusia congênita? De acordo com Peretz, a melhor explicação é a de que o cérebro é equipado com um “módulo” especial de processamento melódico, o qual ocasionalmente não se desenvolve completamente. Isso poderia explicar porque a “amusia” afeta somente a percepção musical. Se esta informação for correta, a música, assim como a linguagem, é inata, implantada de forma profunda em nossos cérebros.”
um abraço!
Levi
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Louvor Perfeito
14 de Março de 2008 @ 09:40 - adminArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Louver Perfeito
Autor: Daniel Oscar Plenc
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/louvor_perfeito.htm
Resumo:
Trata-se de uma compilação, ordenada de forma lógica e didática, de vários princípios deixados por Ellen G. White a respeito do tema da música na igreja.
É interessante notar que, embora alguns vejam este assunto com certos cuidados e reservas, ou que outros o vejam como um assunto polêmico, para a Sra. White, não havia qualquer polêmica ou cuidado especial com respeito ao tema. O que haviam eram princípios claros os quais, uma vez aplicados com um espírito humilde, levariam a igreja a expressar a verdadeira adoração e a ser influenciada favoravelmente em direção a esta verdadeira adoração. E estes princípios são tratados por ela de forma clara e explícita, sem qualquer diferença de idade ou classe sócio-cultural.
Para os que não são adventistas, reforço aquilo que dizemos na página de abertura do nosso sítio: “Uma vez que sou membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, é no contexto desta denominação que a maioria dos artigos aqui oferecidos se insere. Mas, sendo Deus o objeto final da adoração de todas as denominações cristãs, os princípios publicados aqui poderão, sob a tutela inspiradora do Espírito Santo, ser aplicados para ao culto de adoração em outras denominações cristãs.”
Destaques:
A orientação divina sobre a música e o canto evitará os extremos do emocionalismo e do formalismo, do descuido e do profissionalismo. “Os verdadeiros pastores conhecem o valor da obra interior do Espírito Santo sobre o coração humano. Satisfazem-se com a simplicidade nos cultos. Em vez de dar valor ao canto popular, volvem sua atenção principalmente para o estudo da Palavra, e dão de coração louvor a Deus. Acima do adorno exterior, consideram o interior, o ornamento de um espírito manso e quieto. Na sua boca não se acha engano”. - Evangelismo, pág. 502.
Para Ellen White, a música é um veículo adequado para a adoração e o louvor. “A música faz parte do culto de Deus, nas cortes celestiais, e devemos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais. O devido cultivo da voz é um aspecto importante da educação, e não deve ser negligenciado. O cântico, como parte do culto religioso, é um ato de adoração, tanto como a prece. O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de dar a este a expressão correta.” - Patriarcas e Profetas, pág. 594.
um abraço!
Levi
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Direct Boxes - O Que Você Precisa Saber Sobre Elas
13 de Março de 2008 @ 12:20 - adminArquivado sob Artigos Técnicos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Direct Boxes - O Que Você Precisa Saber Sobre Elas
Autor: David Fernandes
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/sonorizacao/direct_box.htm
Resumo:
Pouca gente sabe da grande utilidade da utilização de direct boxes para conseguir uma mixagem equilibrada em sem distorções no espectro sonoro. Este artigo esclarece a maior parte das dúvidas, explicando o funcionamento e as possibilidades destas pequenas notáveis.
Destaque:
“Direct boxes, também conhecidos como DI’s, são dispositivos usados para alterar o sinal de saída de uma fonte sonora, mudando seu nível e impedância, de forma a adequá-los à entrada do mixer, permitindo a conexão de instrumentos musicais eletrônicos a um sistema de som.”
Levi
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Apresentação Solo
10 de Março de 2008 @ 09:40 - adminArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Apresentação Solo
Autor: Paulo Roberto Barbosa
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/apresentacao_solo.htm
Resumo:
Não farei um resumo, visto que o texto é curto e fala por si.
Destaque:
“Você tem se preparado, não apenas para cantar no coral da vida mas também para a apresentação solo diante do Senhor?”
um abraço!
Levi
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Ouça e Participe
6 de Março de 2008 @ 11:40 - adminArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Olá Amigos
Existe um site que disponibiliza rádios online em sistema de comunidades. Seu endereço é: http://www.anywhere.fm
O meu endereço lá é: http://anywhere.fm/levipt. Há também a estação de um amigo, que me indicou esta rádio, que é: http://anywhere.fm/herbert.vix/
Seria interessante podermos criar uma espécie de comunidade virtual com músicas cristãs e eruditas de qualidade.
um abraço!
Levi
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Discussões no Fórum
6 de Março de 2008 @ 11:00 - adminArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Olá Amigos
O Fórum disponível no Música sacra e Adoração está começando a ter movimentações importantes. Seria interessante poder contar também com a tua participação.
As mensagens do fórum estão disponíveis para leitura por todos, mas para participar é preciso ser membro cadastrado no sítio. O cadastro é gratuito e temos hoje pouco mais de 150 membros cadastrados.
Visite em http://www.musicaeadoracao.com.br/default.asp?ACT=15&grp=1&msg=8 e participe!
um abraço!
Levi
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Revista New Scientist
27 de Fevereiro de 2008 @ 10:00 - adminArquivado sob Artigos Técnicos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
A revista New Scientist desta semana é uma edição especial sobre a música e o corpo e, principalmente a mente. Veja o título de alguns artigos:
The music you hear may be quite different from the sounds that are actually "out there" (A música que você ouve pode ser bem diferente dos sons que realmente estão "por ali")
(http://www.newscientist.com/article/mg19726441.500-music-special-the-illusion-of-music.html)
Many researchers believe that humans are the only species that truly appreciates music. Can that really be the case? (Muitos pesquisadores crêem que os seres humanos são a única espécie que realmente aprecia a música. Seria realmente este o caso?)
(http://www.newscientist.com/channel/life/mg19726441.300-music-special-are-animals-naturally-musical.html)
Why do we find some tunes melodious and others as discordant as a wailing cat? (Por que achamos que algumas canções são melodiosas e outras tão discordantes quanto um gato miando?)
(http://www.newscientist.com/article/mg19726441.400-music-special-flexible-scales-and-immutable-octaves.html)
Learning to sing changes the way your brain works and it is never too late to start (Aprender a cantar altera a forma como o teu cérebro funciona e nunca é tarde demais para começar)
(http://www.newscientist.com/article/mg19726441.600-music-special-singing-in-the-brain.html)
Why is music so important to us, and can engaging with music change the way our brains work, even as adults? (Por que a música é tão importante para nós, e envolver-se com a música pode alterar a maneira de nosso cérebro trabalhar, mesmo em adultos?)
(http://www.newscientist.com/channel/being-human/mg19726441.200-music-special-the-roots-of-music.html)
Os links acima podem ser seguidos para ver os artigos, mas alguns artigos completos só podem ser acessados por assinantes.
Infelizmente este material está em inglês. Se alguém se dispõe a traduzir algum deles, será muito bem-vindo.
um abraço!
Levi
Artigos, documentos, entrevistas e livros sobre música sacra
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Ações de Graça, Louvor e Adoração
26 de Fevereiro de 2008 @ 16:00 - adminArquivado sob Adoração | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Ações de Graça, Louvor e Adoração
Autor: Adrian Theodor
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/graca_louvor_adoracao.htm
Resumo:
Devido a vários fatores que não vem ao caso enumerar aqui, temos notado um paulatino, mas crescente, distanciamento entre os adoradores da atualidade e os conceitos bíblicos envolvidos na adoração. Isto tem causado de uma certa confusão por parte de alguns, que falam em uma coisa quando queriam dizer outra, ou que atribuem certos valores aos elementos da adoração sem qualquer base bíblica.
Uma confusão comum ocorre entre os elementos “Louvor” e Adoração”, que muitos acreditam ser sinônimos, mas na realidade não são. Podem até estar interligados, mas são conceitos diferentes. Em alguns casos podem até estar em oposição entre si! Acrescente-se a isso o elemento “Ação de Graças”, e a confusão é total.
Visando esclarecer esses pontos e desvendando o que a Palavra de Deus tem a nos dizer acerca destes termos e seu significado na experiência do verdadeiro adorador, nosso amigo e colaborador de longa data, Adrian Theodor preparou este excelente e profundo artigo. Como o próprio autor fala, “Pode parecer, ao olhar mais superficial, um preciosismo intelectual; todavia, ao pensarmos que tais palavras têm relação direta com nossa atitude para com Deus, devemos refletir sobre suas nuances e verdadeiros significados. Nada melhor para nos guiar nesta reflexão do que a própria Palavra dAquele que é o foco destas ações.”
Oramos para que possa ser útil a todos os que ministram nesta área da obra de Deus!
Destaques:
- Não pode existir um louvor verdadeiro sem um relacionamento íntimo com Deus, assim como um relacionamento com Deus não pode existir sem louvor. O louvor a Deus requer uma vida de envolvimento com Ele;
- Não há uma maneira impessoal de expressar louvor ao Todo Poderoso. O louvor sempre é pessoal - apesar e poder ser realizado coletivamente. Ninguém pode expressar o louvor de outro. Cada um tem suas próprias experiências com Deus, pelas quais deve agradecer e expressar o seu louvor;
- Louvor significa “falar bem de”, “exaltar”, ou “magnificar as virtudes”. Nos Salmos, esses significados da palavra louvor são direcionados a Deus, principalmente levando em conta Suas obras e Seu cuidado pelo Seu povo;
- Apesar do costume musical de nossas igrejas, o louvor não precisa necessariamente ser audível, pode surgir de um coração contrito pela grandiosidade de Deus e, portanto, manifestar-se em silêncio, na particularidade do agente do louvor;
- Louvor também acontece quando nós falamos para alguém sobre a bondade de Deus. Portanto, o testemunho é uma forma de louvor.
“Para podermos adorar verdadeiramente a Deus, portanto, é necessário que o agente da adoração conheça ao Deus, a quem o culto será prestado, de forma íntima, pois irá oferecer este Deus um culto, uma reverência extrema e única. Seguindo este raciocínio, no contexto da adoração verdadeira (aquela oferecida de modo correto, ao único Deus verdadeiro, o Altíssimo de Israel), nossa mente deve estar voltada para os principais atributos divinos: Santidade, Bondade, Amor, Pureza, Beleza, Eternidade, Onisciência, Onipotência, Onipresença, etc.”
“O verdadeiro adorador é aquele que não se limita ao “mais confortável” ou “mais agradável” ou “mais de acordo com o meu gosto”, porém procura incessantemente a vontade do Pai. O verdadeiro adorador, aquele guiado pelo Espírito, pergunta a si mesmo o tempo todo: “Qual a vontade do Pai?”; “Estou de acordo com a verdade?”. A adoração em Espírito e em Verdade é um imperativo, portanto, porque é esse tipo de adoração que Deus deseja. Mais do que isto: Deus procura! E se Deus está a procura de adoradores, significa que eu e você podemos ser encontrados a qualquer momento, basta que respondamos ao chamado do Altíssimo! Estamos dispostos? Entregaremos o nosso coração para a transformação necessária para a nossa salvação?”
um abraço!
Levi
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Vocalises Online Avançados
26 de Fevereiro de 2008 @ 16:00 - adminArquivado sob Artigos Técnicos | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Olá Amigos
Para os que ainda não conhecem, estamos escrevendo hoje para divulgar a página com Vocalizes Online Avançados.