Uso de Bateria na Igreja
27 de Agosto de 2008 @ 13:40 - adminArquivado sob Música | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Título: Uso de Bateria na Igreja
Autor: Gilberto Theiss
Endereço na Internet: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/uso_bateria.htm
Resumo:
O autor volta ao tema sempre polêmico, mas cada vez mais atual, da utilização da bateria nos cultos. Utilizando bases bíblicas e extra-bíblicas, delineia uma forte argumentação contra o uso deste grupo de instrumentos no culto a Deus.
Destaques:
“Os instrumentos que Deus pediu foram címbalos, alaúdes, harpas e posteriormente trombetas (veja II Crônicas 29:25,26). O texto bíblico diz: “…Porque este mandado veio do Senhor por intermédio de seus Profetas…” II Crônicas 29:25. Estes instrumentos são qualificados como “do Senhor´´. Se este mandado veio diretamente do Senhor, atentem para ver que na lista de Deus não existia tambores. Eu desafio ao leitor a examinar todo o contexto e o histórico musical do santuário, e com certeza verá que esse tipo de instrumento jamais fora usado no santuário. A pergunta que deveríamos fazer é: “Porque Deus não colocou tal instrumento em sua lista uma vez que era muito usado pelos israelitas? Porque Deus não permitiu que o próprio Davi que era conhecedor de música, escolhesse os instrumentos que seriam usados na adoração?”
“A história diz que foram duas tentativas de Davi para trazer de volta a arca. Na primeira tentativa deu tudo errado e Davi não conseguiu trazê-la. Foi um desastre porque Davi havia contrariado a Deus em várias maneiras sobre como a arca deveria ser levada. Percebendo os erros cometidos, na segunda tentativa ele corrige tudo para fazer conforme fora ordenado por Deus. Observando atentamente, percebe-se que nas correções que foram feitas para tentar novamente trazer a arca, os tambores também entraram em sua lista de coisas que eram do desagrado do Senhor. Davi contrariou a vontade de Deus em várias coisas, mas na segunda oportunidade ele fez tudo conforme era a vontade de Deus. Houve alegria, mas ao contrário da primeira vez, a banda musical não teve tambores, mas harpas, alaúdes e címbalos (I Crônicas 15:16).”
um abraço!
Levi
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5 Comentários »
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A verdade é que este assunto é muito polemico, pelo facto de não ser claro na bíblia, Deus não se preocupo muito com isso, senão Ele teria deixado indicações claras sobre isso. E. White dá 50 indicações claras sobre a musica, muitas delas não são levadas em conta nas nossas igrejas, mas não fala nada sobre o assunto especifico de qualquer instrumento, frisando sempre que o importamte é como O adoramos.
Tanto a tentativa de proibir ou incentivar são incorrectos, respeito a sua opinião, e até guardei o seu artigo. Mas curioso, é que também tenho outro artigo de um outro pastor mostrando que não se pode proibir.
Perde-se muito tempo discutindo regras e mais regras, para Deus é mais importante como o adoramos, do que aquilo com que o adoramos.
Um grande abraço, e que Deus continue abençoando o seu ministério.
Comentário de Daniel Galaio — 5 de Setembro de 2008 #
Quando nos voltamos para Deus verdadeiramente, ao ouvir suas ordens não pensamos duas vezes para obedecer. Não devemos nos colocar em cima do muro por pensar que este assunto é polêmico, mas trabalhar com vontade para que estes assuntos cheguem aos ouvidos de nossos jovens que são os mais afetados por essas coisas. Devemos considerar o que está contido no espírito de profecia que afirma que “nossos jovens podem não receber o galardão por causa da música”. Eu tenho obrigação de pelo menos tentar fazê-los entender que a música FAZ PARTE do plano da redenção e que dar margem aos enganos do inimigo pode custar muito caro tanto para nós que nos omitimos quanto para os jovens.
Comentário de claudio guimarães — 30 de Setembro de 2008 #
em relação ao uso da bateria na igreja, creio que estamos condenando seu uso pelos motivos errados. aponto:
a) utilizar a passagem de II Crônicas 29: é uma leitura que merece cuidados e não pode ser aplicada estritamente. não utilizamos esse mesmo princípio em relação a várias passagens extremas de Levítico. Em II Crônicas lemos que os levitas músicos eram remunerados e prestavam serviço exclusivo ao templo. Quantas igrejas adventistas assim o fazem? Se tivéssemos ministros preparados e remunerados é possível que muitos constragimentos e discussões teriam sido evitados. além disso, se considerarmos sua proibição na igreja, deveremos liberar a bateria para eventos em locais não consagrados, como ginásios, auditórios escolares ou salões para encontros?
b) uso de I Crônicas 15: o caso pode não se referir ao instrumento tambor, mas aos estilos musicais dançantes em que ele se apresenta. Davi, ao entrar na cidade com a arca, teria dançado ao som de harpas?
caro amigo, são questões difíceis de se lidar (e não são de hoje, como nos atestam as crônicas judaicas). Arrazoemos, então: o órgão era chamado de “Devil’s bagpipe” no século XV, o piano foi rechaçado e o violão repudiado. Todos eles hoje são considerados ’sacros’. A bateria não seguiria o mesmo caminho?
Isso porque não é o instrumento apenas que importa, mas o que fazemos com ele. não importa que os sites mais acessados na internet sejam os pornográficos ou que a música mais superficial sejam as mais tocadas pelas rádios. Não rejeitamos o uso da internet e do rádio para fins evangelísticos.
de minha parte, não sou favorável à presença da bateria na liturgia/doxologia. acredito que o estilo iasd na doxologia tem uma tradição de alegre reverência que lhe dá um caráter de distinção. mas precisamos dar motivos justos e honestos ao que consideramos inaquedado para o ambiente de adoração no templo.
parabéns pelo site e pelo blog
mesmo o piano solo pode criar uma atmosfera inadequada na igreja.
Comentário de joêzer — 1 de Outubro de 2008 #
Graça e Paz!
Eu sei que o assunto é polémico, especialmente quando abordado por músicos. No entanto, sei de uma coisa que para mim é importante, que é o seguinte: Infelizmente, todos os músicos que tocam bateria no interior da Igreja do Senhor não conseguem entender quão prejudiciais são ao momento que deveria ser de louvor ao nome de Deus.
Nas muitas igrejas que tenho visitado verifico uma insensibilidade total dos músicos quanto ao som que imprimem na bateria. Custa-me a crêr que não entendam que deve haver um equilibrio e uma consonância com os restantes instrumentos para que a harmonia toque nos corações como uma inspiração divina. Mas isso não se verifica e é uma pena realmente! Se tal fosse analizado devidamente pelo próprio músico e o mesmo tocasse num registo sonoro adequado ao local, tenho a certeza que jamais este assunto seria objecto de tanta polémica.
Com admiração, sou,
L. Lucas DaSilva
Lisboa-Portugal
Comentário de L. Lucas DaSilva — 7 de Novembro de 2008 #
Eu sinto que Daniel Spencer é usado pelo Espirito Santo de Deus e gostaria de convida-lo para pregar na iasd Central de Osasco
Comentário de Edgar — 13 de Novembro de 2008 #