O Problema NÃO é a Bateria

5 de Julho de 2009 @ 21:20 - admin
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Título: O Problema NÃO é a Bateria
Autor: Evanildo Carvalho
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/problema_nao_bateria.htm

Destaques:
“A questão crucial não jaz na existência ou utilização de um instrumento musical, simplesmente, mas numa mudança de princípios e objetivos no tocante à própria adoração como fim em si mesma. O adventismo do século XXI foi, com toda certeza, contaminado, em sua adoração musical, pelo louvor espúrio da comunidade pentecostal.”

“Penso que ainda trata-se de um conflito ente luz e trevas que ficará renhido a ponto de determinar separação e segregação. O importante agora é DEFINIÇÃO. Não estou falando de guerra irmão contra irmão! Estou falando de uma batalha contra os principados e potestades que atuam nos filhos da desobediência.”

um abraço!
Levi

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3 Comentários »

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  1. Evanildo, perfeitas as suas colocações.
    A guerra dentro da igreja esta muito além de teologia e crenças.
    Como vc. mesmo mencionou, a maioria dos sites e blogos de nossos irmãos de nossa igreja, são tendênciosos e carregados de preconceitos, sejam eles liberais ou conservadores. Com isso, não chegamos a lugar nenhum, nossas igrejas permanecem vazias e tristes e ficamos tentando definir qual é a vontade de Deus, colocando DEus dentro de uma caixinha e achando que aquilo que pensamos ou gostamos é a vontade do Altíssimo.
    Somos ridículos e presunçosos.
    Não temos deixados que o Espírito Santo de Deus faça a obra que Ele quer fazer em nossa vida.
    Sinceramente, não sei para onde iremos, por isso, que o Senhor tenha misericórdia de nós.

    Comentário de janilson — 7 de Julho de 2009 #

  2. Como vimos, o advento da bateria na IASD, longe de ser um problema apenas relativo ao elemento “percussão” - no meu entender este é um meio que alguns se utilizam para tornar a questão um tanto nebulosa - tem muito mais a ver com o modo como nossos jovens e fazedores de música vêem e transmitem Deus. Se estudarmos as transformações dos conceitos de Deus á partir do Êxodo, quandoo próprio SENHOR se revelou, passando pela Encarnação, apostasia, depois reforma, séculos XIX, XX, até atualmente, chegamos à conclusão que o tempo presente se destaca por uma visão ultra-liberal, onde “Deus é à nossa imagem e semelhança”…
    Devemos nos questionar, não só no campo da música, mas em todo assunto que diz respeito à nossa relação com Ele, seja no campo responsivo (a reação humana à ação divina), seja no modo como o transmitimos.

    Maranata

    Comentário de Evanildo — 23 de Julho de 2009 #

  3. Seria bom, analisar como foi a adoração desde Adão até o presente. Depois fazer um experimento mental, como será a adoração até a segunda vinda de Cristo, como será a adoração durante os mil anos fora da Terra e como será a adoração na Terra purificada pela eternidade.Isto só dará, uma aproximação. A verdade saberemos no dia do nosso julgamento, porque poderemos perguntar diretamente ao próprio Pai ou a Cristo.

    Comentário de Francisco — 1 de Agosto de 2009 #

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